Taça da Liga: Benfica 4 – 0 Arouca

17-01-2015 16:36

Na segunda jornada da Taça da Liga, o Benfica venceu o Arouca por 4 – 0 garantindo a passagem às meias-finais da competição. Num jogo que fica marcado pela estreia a titulares de Gonçalo Guedes e Rui Fonte, cedo o Benfica mostrou a sua superioridade a jogar em casa. Logo nos primeiros 16 minutos, o miúdo Guedes (remate de fora da área), César e Maxi Pereira (na sequência de cantos) estiveram perto de inaugurar o marcador, criando três oportunidades claras de golo, golo que chegaria ao minuto 30. Maxi Pereira arranca pela direita e cruza onde encontra Rui Fonte isolado frente à baliza. Podia ter sido a estreia de sonho para o jovem avançado mas Dabo não o permitiu cometendo falta sobre Fonte e sendo expulso na sequência do lance. Na conversão da grande penalidade, Pizzi atira para um lado, guarda redes para o outro. Em vantagem e em com superioridade numérica, o Benfica geriu o resultado e passados 3 minutos nova oportunidade. Guedes lança Maxi (excelente abertura do menino) e a novo cuzamento respondem Cristante e Pizzi. O primeiro de cabeça, o segundo com um remate em jeito fora da área, quase ampliaram. A ameaça estava feita e aos 41 minutos foi concretizada quando Cristante aproveita da melhor forma o desacerto da defesa do Arouca e uma série de ressaltos à entrada da área. O italiano encheu o pé e fuzilou o guarda-redes Rui Sacramento que viu ainda um colega a desviar a bola e a impedir uma eventual e díficil defesa. Ao fim dos 45 minutos, o Benfica dominava como provam os 68% de posse de bola.

Ao intervalo, Jonas e Salvio renderam Rui Fonte e Guedes e passado um minuto, o brasileiro obrigava Rui Sacramento à defesa da noite. Ao cruzamento de Maxi (outra vez), o avançado subiu e na grande área desviou de cabeça valendo ao Arouca a atenção e o bom posicionamento do seu guarda-redes. A partida decorreu com o controlo total e absoluto dos encarnados permitindo a subida no terreno de Bryan Cristante que acumulou muitos e bons passes abrindo o jogo da equipa através de passes longos para as laterais. E neste capítulo, Maxi somou inúmeras arrancadas e muitos cruzamentos com a vontade que é reconhecida e conhecida ao uruguaio. Sem dúvida, o melhor em campo e o grande dinamizador da equipa. Com o Arouca rendido à desvantagem e à inferioridade numérica, o terceiro e quarto golo surgiram naturamente. Aos 82 e 83 minutos, Salvio e Jonas fecharam a contagem após duas excelentes jogadas a rasgar a defesa do Arouca com troca de passes que pontuaram a partida com a nota artística tão apreciada por Jorge Jesus. Nos dois golos, denomidor comum: Pizzi. O provável sucessor de Enzo Pérez abriu o livro com dois passes de “morte” que colocaram os avançados na cara do golo. Pizzi deu consistência, velocidade, qualidade de passe, visão de jogo e muita criatividade. Dois bonitos lances de futebol que fecharam a noite da Luz da melhor forma possível.

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